Milhares de pessoas foram às ruas em todo o país na quarta-feira (15) para protestar contra a reforma da Previdência (PEC 287). Se aprovada, a reforma vai prejudicar a vida de milhões de brasileiros, aumentando o tempo de trabalho e contribuição, reduzindo os valores das aposentadorias, diminuindo os direitos dos trabalhadores rurais e professores, entre outras mudanças.

Os protestos aconteceram em todos os estados, incluindo Minas Gerais, e foram organizados por sindicatos e movimentos sociais. Em Belo Horizonte, milhares de manifestantes se reuniram em vários pontos, como a Praça da Estação e Praça Sete, e depois se concentraram na sede da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG). Na assembleia, foi realizada uma audiência popular com participação da Central Única de Trabalhadores (CUT Minas), do Movimento de Luta nos Bairros, Vilas e Favelas (MLB), representantes de entidades de classe e movimentos sociais, além de centenas de participantes do protesto.

Integrantes do Sindicato dos Policiais Federais no Estado de Minas Gerais (Sinpef), do Sindicato dos Servidores da Polícia Civil do Estado de Minas Gerais (Sindpol) e do Sindicato dos Policiais Rodoviários Federais no Estado de Minas Gerais (SINPRFMG) também se reuniram em frente à Assembleia. Ainda participaram do ato sindicatos que representam empregados das áreas da saúde e da educação, como o Sind Ute, dos Correios, bancários, eletricitários e petroleiros, além de movimentos sociais como a Marcha Mundial das Mulheres, Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB), Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), movimentos estudantis e o Levante Popular da Juventude. As frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo também convocaram manifestações.
As manifestações aconteceram em outras cidades de Minas, incluindo a região Sul, como Pouso Alegre, Poços de Caldas, Varginha, Lavras e São Lourenço, entre outras.
Com informações do G1.