
Não permitiremos que a Reforma da Previdência seja aprovada como foi enviada pelo governador Romeu Zema. Ela sacrificaria o servidor mineiro com uma das maiores alíquotas do país. A contribuição de alguns servidores aumentaria de 11% para 19% por mês. Pior ainda seria o caso dos que recebem até dois salários mínimos e passariam a contribuir com 13%.
A reforma deve ser encarada como um projeto que discute direitos dos trabalhadores e não apenas como um projeto de ajuste fiscal. Sua análise não pode ser finalizada sem a necessária participação dos sindicatos de servidores, o que não aconteceu até o momento.
O governo teve o ano todo para enviar a reforma para análise e votação da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG). Enviou na semana passada, agora não pode exigir que aprovemos, num prazo absurdamente curto e sem discussão, novas regras que pretendem sacrificar o servidor.